Resenha: O Pequeno Príncipe

Olá, tudo bem ?

Eu estava por esses tempos em uma série de leituras um tanto quanto mais densas digamos, porém tive que fazer uma pequena pausa neste final de semana para ler um livro que a escola exigiu.

Um livro bem famoso e popular aliás, cuja a história eu já conhecia e até tinha visto o filme, no entanto havia me esquecido o quanto era bonita e  significativa, então por isso decidi fazer a resenha do Pequeno Príncipe aqui.

 

Pequeno príncipe

Livro: O Pequeno Príncipe
Título original: Le Petit Prince
Autor (a): Antoine de Saint-Exupéry
Editora: Agir
Páginas: 95
Sinopse: O Pequeno Príncipe – Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ao Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.

 

 

A primeira coisa que tenho a declarar, é que se você ainda não conhece o livro recomendo muito, pois compensa.

Embora a narração claramente demonstre o tempo todo que é voltada para o público infantil, é justamente os adultos que vão refletir mais com o livro, porque um dos seus principais questionamentos é justamente a maneira como “as pessoas grandes” encarram o mundo.

Talvez eu esteja errada nesta comparação,  mas  acredito que o Pequeno Príncipe, personagem que dá nome ao livro representa a criança em cada um de nós, e vai mostrando uma visão de mundo simples e pura que ao longo dos anos vamos esquecendo, além de questionar várias atitudes e hábitos que muitos adultos tem.

Ensina muito sobre  principio da amizade e diria que até um pouco do amor, nem tanto o romântico, porém mais aquele  abnegado de quando você se doa para aqueles que ama.

As frases quanto a esse assunto no livro também são maravilhosas, sendo a principal delas:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

No entanto eu prefiro  essas outras duas:

“Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.”

“A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixa cativar.”

   Sendo a primeira uma ótima questão, porque no mundo capitalista de hoje muitas vezes esquecemos o quanto um simples sorriso,  um gesto de gentileza , um abraço ou um beijo podem valer ouro e nos fazer sentir bem , e a segunda uma boa reflexão sobre decepções com amores, amigos, família e etc.

Quanto a leitura é fácil e rápida ainda tendo a ajuda do livro não chegar a cem páginas e contar com ilustrações, tanto que mesmo eu que tendo a ler devagar o terminei em cerca de duas horas e alguma coisinha fiquei tão feliz, estava com uma saudade de começar e terminar um livro no mesmo dia.

Sinto que o post de hoje ficou pequeno, mas não há muito mais o que dizer, pois primeiro o livro é curto  e  segundo posso dar spoilers, o que diferentemente de mim a maioria não gosta, então só tenho a declarar que o livro é muito bom.

Beijos e até a próxima^^

 

 

 

Resenha: A Casa de Hades

Oi, tudo bem pessoal?

Pra variar mas uma resenha  porque eu não tenho ideia para matérias, então por favor me desculpem.

No entanto saindo da onda de filmes que o blog estava desta vez a resenha é sobre um livro, e vou aproveitar e responder aqui uma coisa que eu creio que vocês estejam em dúvida:  “Por que esta garota todo post fala de Percy Jackson e a única coisa que fez sobre ele foi uma teoria maluca?”

Primeiro porque eu vou fazendo as resenhas e algumas matérias simultaneamente as coisas que eu vou lendo, vendo e etc, e mesmo amando não é só Percy Jackson que existe em minhas leituras.

A titulo de curiosidade, só para constar eu já tentei fazer uma resenha sobre o livro a A Marca de Atena que eu amo,mas ela acabou ficando muito longa e confusa, por isso eu preferi a deixar para lá.

Nesta de hoje no entanto eu vou me esforçar ao máximo para não me enrolar e ser o mais clara e breve possível comentando sobre A Casa de Hades, quarto livro da série Os Heróis do Olimpo.

 

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SINOPSE

Hazel está diante de uma encruzilhada. As forças de Gaia estão decididas a impedi-los de avançar e alcançar seu objetivo – chegar à Casa de Hades, nas terras antigas, para resgatar Percy e Annabeth e fechar definitivamente as Portas da Morte, impedindo os monstros de retornarem ao mundo mortal. Ela e o que restou da tripulação do Argo II sabem o que precisa ser feito, mas todos os caminhos parecem levar ao fracasso de sua missão. Entretanto, eles precisam se decidir e agir rápido. O tempo está passando. A sanguinária Mãe Terra escolheu o dia primeiro de agosto para o seu despertar. Hazel, Annabeth, Percy e os outros semideuses da profecia sabem que sua única opção é tentar o impossível. Quando os riscos são maiores do que nunca, é somente a amizade entre os semideuses gregos e romanos, aprendendo a trabalhar juntos, que poderá salvar não só os acampamentos, mas também o mundo.

 

Entre este livro e o seu antecessor não entendo os motivos, mas mesmo tendo gostado deste preferi o outro, provavelmente por ter dado mais destaque a Annabeth que é uma personagem que eu amo e Jason ter passado a maior parte do livro dormindo ou desmaiado poderia ter continuado.

O livro começa mais ou menos no ponto em que A Marca de Atena nos deixou com a tripulação do Argo II seguindo sua jornada rumo as terras antigas tendo que passar por centenas de desafios com deuses e monstros.

Para pessoas que não gostam de Percabeth creio que nas cenas do Percy e da Annabeth, você vai pelo menos  começar a simpáticas um pouquinho, porque nesta parte de romance não há nem o que falar, pois foi uma fofura só, dá vontade de morder os dois. E claro, ainda tinha a vantagem que devido a acontecimentos no final do livro anterior eles estavam seguindo uma jornada separa do resto do grupo, então a narração era sempre de um ou de outro ou seja sem Jason e Piper narrando.

No entanto o principal deste arco no livro é a jornada perigosa no Tartaro, onde revemos personagens da coleção Percy Jackson e Os Olimpianos, relembramos algumas passagens dos livros  e de um conto da de um dos dois livros bônus, o que é uma  delícia se você já os leu não só pelas lembranças, mas também porque  quem não leu pode ficar um tanto sem entender alguns detalhes.

Um dos personagens inclusive que volta a tona neste livro aparece em A Maldição do Titã, terceiro livro da primeira coleção, que quando  li acabei ficando balançada com a história dele, só que no final os outros personagens  o esqueceram e eu também, o que me deixou chateada comigo mesma quando o vi de novo.

Os deuses que aparecem no Tartaro e a descrição dos lugares também são muito legais, porque nós provavelmente não teríamos a chance de os conhecer sem ser neste local.

Voltando a equipe que permaneceu no Argo II durante o tour pelas profundezas do Tartaro, eles também passaram por provações, e com toda a certeza foram fundamentais para fortalecimento do seu poder e seu crescimento psicológico.

O  Frank mesmo foi um dos que mais teve isto, se não o que mais teve, pois literalmente foi obrigado a encarar seus medos,  me deixando com medo dele perder a essência mais infantil e doce, no entanto felizmente mesmo com o crescimento  no fundo manteve boa parte de si. Porém, tirando o crescimento  psicológico achei complemente desnecessário ter isto na parte física também leia o livro e vai entender, porque ele poderia se mostrar top mesmo baixinho gorducho.

Hazel teve uma importância fundamental mesmo eu preferindo algo mais impactante,m ais explosivo, ou mágico por assim dizer. Foi bom terem tocado novamente no passado da mesma, ter explorado sua mãe, mexido no ponto fraco, e ter a feito aceitar um trauma para poder evoluir.

O Leo como sempre fazendo piadas, descontraindo o grupo, e como observado pelo Jason querido  com seu humor fazendo sim ali a diferença nos companheiros, teve também sua hora para brilhar e de crescer, estabelecendo novas metas e objetivos.

Nico, um personagem que eu gosto muito  e nunca em nenhuma das duas coleções teve espaço de ser mais explorado  aqui   esclareceu algumas atitudes tomadas anteriormente, nos fazendo conhecer mais sobre o filho de Hades.

Piper tomou vergonha na cara depois do meio do livro, tendo pelo menos tentado se esforçar para não ser tão mole em batalha eu sei que ela é filha de Afrodite então não tem tendência para lutas, mas a garota nunca nem se esforçou pra melhora.

O Jason saiu de cima do muro e teve um papel importante ajudando meu anginho favorito, sendo melhorado um pouco em meu conceito.

A cena que apareceu o Cupido só posso chamar de épica. Não só pelo seu final com uma revelação bombástica como também a interpretação do amor ali, que além de me fazer pensar sobre o caso até me inspirou para fazerum personagem de RPG só que mesmo assim prefiro o Tânato que é mais gente boa.

Os comentários sobre a nova  interpretação da profecia dos sete feitos por Piper também foram excelentes e nos dão a oportunidade de um novo leque de opções.

O final foi bom, encerrou a jornada naquela missão  e deixou tudo nos eixos para a próxima e seus os momentos decisivos.

 

Uma coisa que eu reparei claramente nesse livro, já havia reparado  nos outros e meio que não aprovo muito é dos sete semideuses da profecia seis deles terem um relacionamento amoroso entre si.Citando mais uma vez que não gosto tanto de romance Percabeth é Percabeth, então não  esta incluído nisso, acabo achando isto tão desnecessário. Por mim beleza, podia todo mundo ali ter algum namorado, mas não necessitava ser do grupo. Sem contar que eu fico cada vez mais com dó do Leo que segura ali a tocha olímpica porque vela é muito pequena.

Bom por enquanto isto é só, mas eu não poderia deixar de terminar essa  resenha sem dar  comentários sobre alguns acontecimentos do livro, então se você é do tipo que não gosta de spoilers, thau, beijos e até a próxima.

 

*SPOILER*SPOILER* SPOILER*SPOILER*SPOILER*SPOILER* SPOILER*SPOILER*

 

Primeira coisa que se tem  de falar deste livro é com toda a certeza sobre o Nico di Angelo, e sua revelação  sobre por quem bate seu coração.

No entanto eu não descobri isto lendo o livro, e sim um belo dia na escola ao qual estava tranquila e uma minha amiga pegou o livro e lindamente me deu para ver uma coisa em uma página qualquer e quando li só ouvi a canção na minha cabeça: “MEU MUNDO CAIU!”

Antes que apareça alguém comentando que eu sou preconceituosa devo declarar que não, o problema não este  e sim que eu sou complemente Percabeth, e nunca apoiaria um romance entre o Percy e o Nico, por gostar já  do filho de Poseidon com a Annabeth.

Mas claro também existe aqui  o problema de que eu em minha cabecinha psicótica, sempre me imagino no universo dos livros ou filmes que que  gosto sim, eu tomei os remédios hoje, e  quando me imaginava no universo de PJ, sempre me shippava com o Nico,então sim essa noticia foi um choque. Imagine você descobrir que o garoto que você gosta é gay? Pra mim foi o que aconteceu sim, gente deixa eu sonhar …

Uma dúvida da minha vida enquanto lia o livro anterior sempre foi o que a Piper tinha ficado fazendo nos seis meses que esteve no acampamento Meio Sangue, porque a garota nas lutas só ficava ali com a adaga que não usava muito se não pras visões,  não pegava uma espada e reclamava que não prestava pra nada. No acampamento meio sangue sempre foi citado que havia aulas de esgrima, então será possível que ela realmente não havia tido? Fiquei feliz  dela começar a treinar para lutas, mesmo que não goste do modo como arrumou a espada  pegando uma que simplesmente caiu  de um dos boreadas. Foi muito Deus ex machina.

No entanto eu gostei bastante dessa parte em que ela enfrentou os boreadas e a Quione, porque eu basicamente acho a Quione uma deusa muito top. Nem entendo o porque disto, mas eu gosto dela, da descrição de aparência, não sei explicar.

Definitivamente não gostei do Frank ganhado a Benção de Marte e ter crescido, porque eu gostava do biótipo dele de bebe lutador de sumo, e seria legal ele ter continuado assim só mudando por dentro.

Eu fiquei comovida pra caramba de ter relembrado da Calypso, porque me preocupei com ela e depois assim como Percy acabei por esquece-la.

Da parte dela mesmo eu só não gostei muito da personalidade da mesma porque não sei se é que eu realmente esqueci como ela era com o Percy, mas eu acho que de lá pra cá a ela mudou um pouco e eu preferia ela mesmo ajudando o Leo lá com as roupas que usava, um pouco do porte de deusa como o filho de Hefestos descreveu que ela possuía inicialmente.

Um ponto importante que eu não gostei e queria comentar  é sobre erros de continuação, o que é meio comum acontecer quando um escritor faz um livro e não espera que depois vá fazer  outro,como foi em um ponto neste livro.

O Nico cita lá na viagem pelo mar mediterrâneo que é Veneza sua terra natal e que uma vez foi com a mãe e a irmã fazer uma excursão ao palácio de Diocleciano com seis anos, e até aí tudo bem. No entanto a menos que a minha memória esteja falhando muito, mas pelo o que eu lembre na coleção anterior não lembro em qual livro é dito que ele é filho de uma filha de um Embaixador Italiano, e que tinha dois anos enquanto a irmã tinha quatro e ambos foram presos no cassino Lotus, sendo uma cena em que relembram o passado quando isto aconteceu já nos EUA. Como falar isto agora neste livro?Se eu estou louca e falando besteira por favor falem nos comentários, mas eu tenho certeza 99% que não é o caso.

Agora sim gente, espero que tenham gostado da resenha, e por favor deixem a opinião nos comentários e mais algumas curiosidades.

Beijos, e até a próxima^^

Resenha:Star Wars 7, O Despertar da Força

Olá pessoal, tudo bem?

   Voltando a cumprir a promessa, de novo estou aqui para trazer o post semanalque atrasou muito devido a eu ter escrito no prazo, mas ter enrolado séculos pra corrigir, desta vez sendo uma resenha de Star Wars 7: “O Despertar da Força”, como havia dito que faria, e queria aproveitar aqui para comentar que estou muito feliz de ter entrado aqui para conferir como vão as coisas, e descobri que já estamos com 50 curtidas, então muito obrigada a todos.

    Antes de começar a resenha quero declarar aqui que mesmo que Star Wars seja uma lenda do cinema praticamente , eu não vi todos os filmes antes deste.Só os três que contam como o Anakin se transformou no Darth Vader, mas  isto não interferiu no entendimento do filme, pois além de eu estar a par da história dos outros três, “O Despertar da Força” se passa cerca de 30 anos depois de Luke derrotar o Império, e  no começo do filme há uma introdução que nos diz mais ou menos o que aconteceu para chegar na situação atual, mesmo que eu a ache um tanto fraca acaba sendo o suficiente naquele momento.Star.jpg

Sinopse e detalhes

Décadas após a queda de Darth Vader e do Império, surge uma nova ameaça: a Primeira Ordem, uma organização sombria que busca minar o poder da República e que tem Kylo Ren (Adam Driver), o General Hux (Domhnall Gleeson) e o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) como principais expoentes. Eles conseguem capturar Poe Dameron (Oscar Isaac), um dos principais pilotos da Resistência, que antes de ser preso envia através do pequeno robô BB-8 o mapa de onde vive o mitológico Luke Skywalker (Mark Hamill). Ao fugir pelo deserto, BB-8 encontra a jovem Rey (Daisy Ridley), que vive sozinha catando destroços de naves antigas. Paralelamente, Poe recebe a ajuda de Finn (John Boyega), um stormtrooper que decide abandonar o posto repentinamente. Juntos, eles escapam do domínio da Primeira Ordem.

 

 

  Uma diferença importante do filme com a maioria é sua abordagem inicial, nos apresentando um personagem que primordialmente entendemos como sendo o protagonista, muito heróico,não abandona os outros mesmo tendo que passar por  apuros, e eu diria que me encantei por este ele logo de cara, mas  algumas cenas mais tarde quando o mesmo desaparece  somos apresentados aos verdadeiros protagonistas.

   Sou incapaz de dizer que não goste dos dois protagonistas do filme, pois sem dúvidas além de serem bons personagens, entrarem com uma abordagem diferente dos outros filmes  que eu vi, eles trabalham bem juntos, as cenas só com os dois são engraçadas eu ao menos me diverti nelas , com um Q de emocionante, mesmo em momentos de estrema tensão.

   No entanto mesmo gostando dos protagonistas,  eu adoraria que o personagem que aparece inicialmente e  nos engana, quando pensamos que ele é o principal, tivesse aparecido mais, porque eu fiquei apaixonada por ele. De todos ali foi realmente o que eu diria que mais gostei, tanto que na semana seguinte após ter ido ao cinema, eu fazendo fichas de RPG pra variar fiz um personagem inspirado nele.

  As cenas de ação são incríveis, especialmente porque elas não lhe deixam avessa ao que ocorre. Você fica ali sentindo a emoção na torcida, tanto que eu estava na cadeira do cinema quase batendo palmas  gritando: “vai, vai!”depois é chamada de louca e não sabe o porque XD, só para terem uma noção do meu estado. Esse ponto de transmitir emoção ao público, inclusive acho que é um dos pontos mais positivos do filme.

  Alguns personagens dos filmes antigos vão aparecendo gradualmente sim, eu conheço os personagens antigos, mesmo nunca tendo visto os filmes, e as cenas tem uma coisa que eu diria que te prende, e mesmo não sendo carteirinha de fã, posso imaginar muito bem o quanto quem gosta de Star Wars deve ter ficado com essas partes  por serem bem construídas, com um pequeno suspense antes,então se eu que não tenho amor todo gostei, quem já ama de paixão vai adorar.

     Uma frase  que minha mamis costuma falar é: “A gente conhece merda pelo cheiro”, e esta frase se aplica muito bem a uma das cenas mais no final do filme, pois nela de um jeito ou de outro haveria consequências para o resto do mesmo, e dos próximos que vão ser feitos ninguém acha mesmo que vai parar só neste filme NE? e meu cérebro praticamente gritava  avisando que aquilo não era uma boa ideia, que ia dar errado, pro personagem não fazer aquilo, mas pelo suspense e a demora até achei que podia estar enganada, porém no final não foi o que aconteceu.

   Sendo bem chata de novo, mais de uma vez já citei em alguns posts, que não sou tão dada a romances, porque para os haver antes de mais nada sinto que deve haver algum  bom motivo, algum clima que realmente me convença e me afeiçoe ao casal. Em o “Despertar da Força”, mesmo sutilmente, não sendo priorizado nem nada do gênero porque o tipo de filme aqui também é outro NE, há um vestígio de começo de romance, alguns sinais claros, e foi meio que tão previsível isto, tão na cara que ia acontecer, que eu basicamente não gostei. Mais ou menos desde que os personagens em questão se conhecem,você vê a intenção do diretor do que se desenrolará.

     Sei que não é bom ficar sendo repetitiva, mas  eu de fato não tenho muito conhecimento sobre a saga,e meu próximo comentário talvez possa ser digno sim de  críticas, e se estiver errada agradeço que digam nos comentários.

    Uma das coisas que mais fez o filme marcar pontos comigo, foi um protagonistas ser uma mulher. Claro, tenho conhecimento sobre a Leia dos outros filmes, mas questão não é só ser mulher. Diferentemente da princesa Leia, a Rey pelo o que vi Star Wars foi a primeira mulher ali do núcleo central a usar a força, pois até então o que tinha visto eram apenas homens sendo bons com isso.

      Nos novos heróis não posso questionar,pois a produção acertou em cheio com eles, sendo bem carismáticos,mas infelizmente não se pode dizer o mesmo do vilão, que acaba sendo muito fraco no impacto que causa.O único momento que de fato quase vibrei com o rapaz foi quando em minha cabeça pancada fiz um shippe dele com a Rey não tentem entender, shippe que não se realizou e nem se realizará, mas mesmo assim eu ainda aprovo.

    O final do filme deixa uma clara brecha para continuações, com muitas coisas ainda por se explicar, e minha aposta é que se faça ao menos mais uns dois filmes sobre este começo que nos foi dado.

   Tristemente porém  pelo o que vi neste  acho que já tenho alguma previsão sobre os próximos, em que imagino que acrescentem um vilão de mais peso para trabalhar junto ao existente, que  vai ter com 90%  de chance ou a redenção ou a morte, ou os dois. Eu particularmente acho que uma morte de peso bem dramática possa ser melhor é eu sempre tenho mil e uma teorias doidas.

   Então pessoal está foi a resenha de hoje,espero que tenho gostado e comentem aí o que acharam.

  Beijos ^^

Quando os Personagens Não Cooperam

Olá, pessoas, como estão todos vocês? Espero que bem 😀

Pois bem depois de algum tempo de sumiço eu retorno das cinzas para discutir um pouco aquele momento maravilhoso que você atinge ao escrever um livro: quando os personagens só não querem cooperarem. Então vamos lá e vamos dividir nossas angústias!

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O que eu encontrei quando voltei para minha história

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Resenha : O Último Caçador de Bruxas

Cumprindo a promessa de ontem, cá estou eu para ao menos uma postagens simples. Em particular havia pensado em fazer a resenha de Star Wars ou de A Casa de Hades, mas como a primeira opção é algo de muito peso pela quantidade de fãs, e a segunda é algo de estremo gosto de minha parte, levaria tempo as fazendo e revisando em demasiado voltei já com vontade escrever formal demais XD, e por esses motivos optei pela resenha de hoje ser sobre o filme O Ultimo Caçador de Bruxas, para ajudar no meu tempo escasso.

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Mil e um perdões

Olá pessoal tudo bem?
Feliz ano novo a todos^^

Primeiro lugar gostaria de pedir mil e uma desculpas pelo outro sumiço, mas dessas vez tentarei REALMENTE não fazer de novo. Mas na semana do natal eu acabei por viajar, e depois fiquei enrolada entregando fichas de RPG.

Tenho que fazer resenha de Star Wars, de O Último Caçador de Bruxas, da A Casa de Hades, da primeira temporada de Once Upon A Time, que comecei a assistir, ou seja, não é falta do que postar, é enrolação mesmo. No entanto juro que não vai mais acontecer. Amanhã se possível vocês já terão ao menos uma resenha básica.

Resenha:Ever After High no País das Maravilhas

Oi gente, tudo bem?

Cumprindo a promessa feita na semana passada, aqui estou eu de novo e vou tentar estar sempre.

Eu juro que vou trazer algo com conteúdos um tanto mais densos, mas por  hora vou fazer outra resenha sobre filmes, desta vez falando sobre um em desenho, porque eu creio que ainda não comentei aqui, mas uma de minhas paixões são desenhos animados.

O filme da vez é “Ever After High no País das Maravilhas” sim sou fã de Ever Agter High, qual o problema?, que eu vi porque fazia tempo que estava adiando, e ademais acho que é sempre bom ver de vez em quando algo mais simples só para relaxar.

Ever after high

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